Propaganda de perfume… [:-D]
A nova música de trabalho do Portishead é fantástica. Não sei se meus conhecimentos musicais são suficientemente qualificados para dizer que algo é fantástico, mas ouvi a música antes de ler qualquer artigo escrito a respeito, e ela mudou a minha vida. Tudo bem, talvez não tenha mudado tanto assim, mas já estou ansioso para ouvir o disco inteiro que será lançado dia 28 de abril.
O single “Machine Gun” é completamente desconstruido, a música foge aos padrões do estilo da banda, que sempre poderia ser comparada ao Trip-Hop produzido por Massive Attack ou Hooverphonic. O som é todo quebrado e só ganha melodia depois do caos sonoro causado por batidas ritmadas de uma forma completamente não convencional, um som eletrônico, mas nada dançante, arrastado, mas não lento. A música caminha para uma apoteose sonora, com um teclado envolvente, e os vocais polidos e esganiçados da Beth Gibbons, que transborda uma fraqueza condizente com o “clímax” da canção. Interpretação nota dez.
As crônicas a respeito são positivas, talvez os entusiastas não sejam nem grandes admiradores desse tipo de som, mas uma coisa é inegável, o Portishead caminha para algum lugar. É único quando uma banda tenta evoluir de alguma forma, aborda temas diferentes e mostra uma inquietação na hora de compor. Inovando. Ninguém quer ouvir mais do mesmo. Para isso existem coletâneas.
Minha opinião final; sempre achei que bandas de Trip-Hop faziam um som típico de trilhas sonoras de propaganda de perfume. Com o devido respeito, eu sei que essas músicas possuem um requinte sonoro, mas faltava o Portishead quebrar o vidro do perfume no chão.

Acho q eu tô bem atrazada….
mas adorei o seu comentário e concordo perfeitamente…
adorei a ultima frase xD
ms n gosto de pensar em músicas Trip-Hop assim apesar d’o povo viver falando isso xD
isso se sabem oq eh isso… de saber jah ganha conceito
hehehee
flw
bjo